Google lança Pixel 11 e uma Tag para responder à Apple

Ago 12, 2026

A Google apresentou a série Pixel 11 esta quarta-feira, adicionando três modelos à sua divisão de smartphones.

Tal como na série 10, apresentada no ano passado, também esta nova gama terá três modelos: o Pixel 11, Pixel 11 Pro e o Pixel 11 Pro XL. Como revela o nome, o 11 Pro XL é o smartphone de maiores dimensões, com um ecrã de 6,8 polegadas. Os restantes modelos têm um ecrã de 6,3 polegadas.

O Pixel 11 é o modelo de entrada de gama, enquanto nos modelos Pro é possível encontrar características técnicas mais ambiciosas. Por exemplo, os Pro têm um tipo de ecrã diferente, com maior resolução e também mais luminosidade. Enquanto o ecrã do Pixel 11 chega até aos 3 mil nits (unidade de medida do brilho de um ecrã), para uma visualização em ambientes muito luminosos, os Pro conseguem alcançar os 3.600 nits.

Mas há pontos em comum, como o facto de usarem o mesmo processador, o Tensor G6, desenvolvido pela Google. Segundo a empresa, tornou-se possível ter equipamentos “25% mais rápidos na navegação” em relação aos antecessores, a série Pixel 10. Há ainda a promessa de uma autonomia “superior a 30 horas”.

No que diz respeito às câmaras, os Pixel 11 têm um sistema de câmara tripla, com uma câmara principal com um sensor de 48 MP e a possibilidade de um zoom de 30 vezes. Nas versões Pro, também há um sistema triplo, mas a câmara principal é uma grande angular de 50 MP. Contam com um zoom de até 120 vezes para que seja possível tirar fotografias a uma maior distância.

Os modelos Pro trazem mais uma novidade: a HiLight. Consiste num conjunto de luzes LED, dispostas à volta do flash da câmara traseira do telefone, para que haja notificações luminosas. Sempre que o telefone estiver virado para baixo, a HiLight brilhará para alertar o utilizador de que há mensagens ou uma chamada.

Foram dados alguns exemplos de uso, como a possibilidade de usar cores diferentes para os contactos favoritos, para que saiba pela cor da luz de quem está a receber chamadas ou mensagens no WhatsApp. A luz também dará ao utilizador uma indicação visual para que saiba quando é que o assistente pessoal Gemini está ativo.

As funções de inteligência artificial (IA) também estão nos telefones — ou não estivesse a Google a operar nesta área. Todos os equipamentos têm a Gemini Intelligence e já estão pré-instaladas as apps Gemini. Há novidades em algumas das ferramentas de IA, como a tradução instantânea, que permite agora traduzir vídeos, podcasts e também mensagens de voz.

Os três telefones vão ser lançados com o Android 17, o sistema operativo mais recente, e a promessa de sete anos de atualizações.

Este ano, a Google eliminou da lista de opções os equipamentos com 128 GB — o que justifica em parte a subida de preços em relação ao ano passado. O Pixel 11 de entrada de gama arranca nos 1.019 euros. Já o Pixel 11 Pro tem preços entre 1.219 euros (256 GB) e os 1.619 euros (versão de 1 TB). No Pro XL, os preços variam de 1.429 euros (256 GB) a 1.819 euros (1 TB).

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