Os representantes legais de Andrew Tate e do seu irmão, Tristan, afirmaram que os dois se apresentam deliberadamente como muito mais ricos do que são, uma estratégia que defendem fazer parte de um “modelo de negócio [que] depende da atenção online”. Nesse sentido, segundo os advogados dos influencers, as imagens de iates de luxo, “supercarros” e relógios caros partilhadas pelos irmãos nas redes sociais não devem ser encaradas como prova da sua riqueza.
“O objetivo é precisamente o caráter extravagante das publicações feitas por eles e sobre eles. Quanto mais hiperbólica e absurda for a publicação, maior será a probabilidade de gerar visualizações e gostos, o que, por sua vez, gera receitas. Em síntese, estão a desempenhar um papel”, escreveram os advogados dos irmãos Tate num documento apresentado em tribunal, citado pelo The Guardian.
